quarta-feira, 13 de abril de 2011

Trabalho: dignifica ou danifica?

            O trabalho, pelo menos na maioria das vezes, acaba denegrindo a imagem do homem, expondo-o a condições inumanas. Este, não é mais um desejo pessoal, pelo qual você faz o que gosta, em muitos casos o trabalho se torna uma necessidade e então faz da pessoa uma “escrava”.
           
A partir de exigências do sistema capitalista, as indústrias passaram não apenas a substituir a mão-de-obra humana por máquinas, mas também a transformar humanos em robôs, pois a liberdade é excluída, a alienação no trabalho aumentada e sem falar na vida social da pessoa, que é submetida a zero.

O sonho dos jovens de ter uma carreira profissional alcançada, acaba em frustração quando o mesmo deixa a preparação para essa carreira para última hora, ficando à mercê das empresas. Assim, o trabalho não é mais uma auto-realização, passa a ser um meio para sustento. Situações no qual a pessoa se torna marionete, “robô” da empresa não são muito raras.

Para ser tido como dignificador, o ambiente de trabalho, assim claro, como o próprio trabalho, necessitam de mudanças. Saúde e carga horária devem ser revistos pela empresa para que seus funcionários passem à ter vida mais digna e feliz, trazendo mais produtividade para empresa.
           
Então, o trabalho torna-se dignificante apenas para aqueles que exercem sua profissão com entusiasmo e sem os referidos fatores que levam o homem a uma condição subumana.

           
                                                                                                                Karl Vandesman

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